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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Viseu: maçã rejeitada é desidratada e transformada em snacks saudáveis

Mäyjo, 03.11.13

Viseu: maçã rejeitada é desidratada e transformada em snacks saudáveis (com VÍDEO)

 

Na Quinta de Vilar, em Viseu, várias toneladas de maçã são rejeitadas pelo mercado e acabavam, invariavelmente, na lista dos desperdícios alimentares que tantas vezes criticamos no nosso agregador.

Foi então que Eva Raimann Cabral, a proprietária, começou a pesquisar sobre o que fazer com uma maçã que, afinal, tinha boas capacidades organolépticas. Com várias opções em mãos, Eva optou pela maçã desidratada, um snack que não é propriamente inovador, mas suficiente para acabar com o desperdício alimentar na Quinta do Vilar.

O projecto evoluiu e transformou-se na marca Fruut, um snack que chega agora ao mercado e que reflecte as maçãs rejeitadas de 42 hectares de cultivo.

Na Quinta do Vilar, as primeiras maçãs nasceram em 1967. Hoje, apanham-se 1.800 toneladas – entre as quais, 150 toneladas de granny smith, uma variedade pouco habitual em Portugal.

A apanha é manual, o sistema de rega é gota-a-gota e a origem é natural e 100% portuguesa. É aqui, também, que as maçãs do Fruut são fatiadas, secas e embaladas.

marca Fruut não tem nenhum tipo de adição e, claro, é saudável. “Essa é a grande proposta de valor. Oferecemos diversão, um produto crocante, saboroso, mas que não faz mal”, explicou ao Economia Verde Filipe Simões, responsável pela área comercial da Fruut – que já está a pensar em expandir o produto para outros sabores.

 

in:Green Savers

Cascais: turismo de natureza já criou 100 empregos

Mäyjo, 03.11.13

Cascais: turismo de natureza já criou 100 empregos (com VÍDEO)

 

A aposta de Cascais no turismo de natureza está a levar a autarquia a requalificar os espaços verdes e preservar as espécies, convidando a população e turistas ao passeio. Mas nem sempre foi assim.

“Tínhamos aeromodelismo num espaço onde as aves de rapina tentavam nidificar, [na Quinta do Pisão], havia pessoas a andar de mota, o que criava muita insegurança”, explicou ao Economia Verde Luís Capão, administrador da Cascais Ambiente.

Em seis anos, os 350 hectares de terrenos sofreram uma enorme recuperação. “Depois da transformação ambiental começámos a aproveitar o desenvolvimento social, abrindo o parque e tornando-o possível de ser vivido pelas pessoas”, explicou o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras.

Andar de bicicleta, percorrer os caminhos de segway, fazer um passeio de burro ou ver a tosquia das ovelhas são algumas das actividades ao ar livre que dinamizam, hoje, a quinta do pisão. Tudo a menos de 30 minutos de uma capital europeia, Lisboa.

Para ajudar a promover o parque, a câmara de Cascais lançou uma aplicação, a Green Cascais, que ajuda a decidir o que fazer no concelho em termos de turismo de natureza.